Núvem de Morfina
Uma única noite, um único diaantes que isso tudo acabe...com o paraíso que eu nao conheço,pela alegria que eu nunca tiveEu estou em todo sozinho em meu trono solitário
Por que você me esqueceu?
Os dias se perderam dentro da tristezaE a vida chora, um sonho morre escuridão adentro;Estende uma taça vazia; um cálice para colher as lágrimasque eu guardei para mim
Eu perscruto o mistério, esta amável identidade...Congelada para além dos ecos de todos os risos
Esta núvem de morfina que paira sobre mimcomo uma cortina branca como neve;Esta bela bruma que me percorreAssim eu me apago de você; a cura por minha sanidade...Cá estou, indisposto a perdoar-me
Então perdi nesta cura, seu espírito está me procurando;consumido pela indiferençaE clamo em teu silêncio onde as sombras me ocultam...Eu estou amaldiçoado a procurar por ti
Ó fibra, coração ingrato;Paralisado afundou comigoIntoxicou esta dura realidadeSob faces de apatia
Ó fibra, coração ingrato;Paralisado afundou comigoIntoxicou esta dura realidadeSob faces de apatia
O sonho morreu antes de nascer,A inocência está perdida...e cá estouMas ainda pretendo ser forteMas ainda contemplo meu estado
Seus suspiros caminham a mim gentilmente em meu sonopor trás deste mundo
Eu perscruto o mistério, esta amável identidade...Congelada para além dos ecos de todos os risos
Uma única noite, um único dia
antes que isso tudo acabe...
com o paraíso que eu nao conheço,
pela alegria que eu nunca tive
Eu estou em todo sozinho em meu trono solitário
Por que você me esqueceu?
Os dias se perderam dentro da tristeza
E a vida chora, um sonho morre escuridão adentro;
Estende uma taça vazia; um cálice para colher as lágrimas
que eu guardei para mim
Eu perscruto o mistério, esta amável identidade...
Congelada para além dos ecos de todos os risos
Esta núvem de morfina que paira sobre mim
como uma cortina branca como neve;
Esta bela bruma que me percorre
Assim eu me apago de você; a cura por minha sanidade...
Cá estou, indisposto a perdoar-me
Então perdi nesta cura, seu espírito está me procurando;
consumido pela indiferença
E clamo em teu silêncio onde as sombras me ocultam...
Eu estou amaldiçoado a procurar por ti
Ó fibra, coração ingrato;
Paralisado afundou comigo
Intoxicou esta dura realidade
Sob faces de apatia
Ó fibra, coração ingrato;
Paralisado afundou comigo
Intoxicou esta dura realidade
Sob faces de apatia
O sonho morreu antes de nascer,
A inocência está perdida...e cá estou
Mas ainda pretendo ser forte
Mas ainda contemplo meu estado
Seus suspiros caminham a mim gentilmente em meu sono
por trás deste mundo
Eu perscruto o mistério, esta amável identidade...
Congelada para além dos ecos de todos os risos